Breves ...
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Projecto Parlamento Europeu da Ciência
10 de Abril de 2008
O Parlamento Europeu da Ciência é um Projecto que pretende motivar os alunos europeus, com idade mínima de 15 anos, a participar em actividades científicas e debates com cientistas, políticos, economistas e representantes dos media.
Este ano o projecto é organizado em conjunto pela cidade alemã de Aachen e pela Universidade de Rheinisch.
O principal tema de discussão é a energia “Europe energised- will light go out in 2050”, podendo os participantes abordar as questões de energia no âmbito dos seguintes tópicos: tecnologia, geografia, política, sociedade, economia e responsabilidade individual.
Desde Março que funciona na Web um fórum de discussão, com a participação de especialistas para debate desta problemática.
Estas actividades online servem também para fazer uma pré-selecção dos participantes, que vão ser convidados a participar no debate a realizar nos dias 9 e 10 de Outubro, na cidade alemã de Aachen.
No final de cada sessão do Parlamento Europeu da Ciência, será elaborada a Declaração de Aachen, documento que constituirá um portefólio de opiniões tendo em vista futuras recomendações e, será distribuído às instituições europeias.
As escolas interessadas em participar, deverão consultar, no endereço www.science-parliament.eu, os procedimentos de registo, participação, pré-selecção dos candidatos, constituição do júri e critérios de selecção.
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Sonda lunar japonesa capta imagens da Terra a 110 mil quilómetros de altitude
02 de Outubro de 2007
A câmara de vídeo de alta definição que segue a bordo da sonda lunar japonesa “Kaguya” enviou as suas primeiras imagens da Terra, captadas a uma altitude de 110 mil quilómetros, anunciou hoje a estação pública NHK (Japan Broadcasting Corporation), que concebeu a câmara.
Os primeiros vídeos de
alta definição da Terra foram captados no sábado às 21h46 (13h46 em
Lisboa) e recebidos pela Agência de Exploração Espacial Japonesa (Jaxa)
na manhã do dia seguinte, às 09h40 (01h40 em Lisboa), explicou a NHK.
Parte da imagem foi processada como imagem estática.
“Esta é a primeira vez que a Terra é filmada em alta definição, a
110 mil quilómetros de distância”, comentou a estação de televisão
pública, cujos engenheiros desenvolveram esta câmara especialmente
adaptada às condições espaciais e ao objectivo da missão lunar “Kaguya”.
“Até hoje, tínhamos imagens captadas pela Estação Espacial
Internacional (ISS) que está a 340 quilómetros de altitude”, lembra
a Jaxa, em comunicado.
As imagens foram captadas quando a sonda japonesa seguia, como
previsto, a sua trajectória em direcção a uma órbita lunar.
A 14 de Setembro, o Japão lançou do centro espacial Tanegashima um
foguetão com a sonda de observação, a primeira fase do que foi
apresentado como o mais ambicioso projecto lunar desde as missões
norte-americanas Apollo. O programa nipónico tem como objectivo
compreender melhor a origem e evolução da Lua, com a ajuda de 15
instrumentos de medição.
“Kaguya”, o nome de uma princesa de um conto tradicional japonês,
permitirá traçar uma cartografia precisa do astro lunar e conhecer
melhor a sua superfície e as suas camadas interiores.
A sonda vai estudar ainda a distribuição dos minerais e de outros
elementos, avaliar os fenómenos magnéticos e o comportamento das
partículas energéticas.
A missão, que custou 355 milhões de euros, tem a duração de um ano.
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Nasa vai pôr sonda Dawn no encalço de dois asteróides
www.publico.pt - Teresa Firmino
27 de Setembro de 2007
Hoje, a sonda Dawn deverá iniciar uma longa jornada espacial, para se pôr no encalço de Ceres e Vesta, dois dos maiores asteróides que circulam entre Marte e Júpiter. Chegará a Vesta em 2011, a Ceres em 2015.
A ideia da NASA é ir à procura destes calhaus que sobraram da formação de planetas rochosos, como a Terra, Marte e Mercúrio, para compreender melhor a formação do sistema solar. "A Terra está sempre a mudar, o que esconde a sua história. Acreditamos que Ceres e Vesta, formados há mais de 4600 milhões de anos, preservaram a sua história inicial", disse, na BBC Online, Christopher Russell, o cientista chefe da missão.
Estes asteróides têm histórias evolutivas distintas. Ceres, descoberto na cintura entre Marte e Júpiter em 1801, tem mais de 900 quilómetros de diâmetro. Por ser tão grande, recebeu o mesmo estatuto que Plutão: planeta anão. Por baixo da sua crosta, pensa-se que existe uma camada de gelo.
Já o interior de Vesta (descoberto em 1807, mais de 500 quilómetros) chegou a ser quente e sofreu processos de vulcanismo, enquanto Ceres se mantém mais perto do estado primitivo.
Um dos motivos de
interesse de Vesta é uma enorme cratera no pólo sul, detectada pelo
telescópio espacial Hubble em 1996. Alguma coisa colidiu com o
asteróide, arrancou um valente bocado e deixou uma cicatriz.
Alguns bocados, quem sabe se arrancados naquela colisão, caíram na Terra. Conhecem-se cerca de 25 amostras do Vesta, uma delas é a do meteorito que caiu em 1925 na aldeia de Vilarelho da Raia, a oito quilómetros de Chaves. Foi o geólogo Fernando Monteiro, falecido em 2005, aos 43 anos, quem identificou de forma correcta, nos anos 80, o meteorito de Chaves, como é conhecido. Percebeu que provinha de Vesta.
Agora, a Dawn passará a pente fino a estrutura e a composição de Vesta e Ceres. Espera-se também que envie destes mundos imagens de alta resolução. Terão montanhas, desfiladeiros, rios de lava antigos? Até o sabermos, resta a imaginação.
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Degelo no Árctico pode provocar desaparecimento de 2/3 dos ursos polares em 50 anos
08 de Setembro de 2007
O degelo causado pelas alterações climáticas no Árctico poderá provocar o desaparecimento de dois terços da população de ursos polares nos próximos 50 anos, informou hoje o Instituto Geológico dos Estados Unidos. O aviso figura num estudo pedido em Dezembro passado pelo secretário do Interior, Dirk Kempthorne, para determinar se esses animais devem ser incluídos na lista de espécies ameaçadas de extinção.
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Degelo no mar Árctico atinge novo recorde
Jornal Público
05 de Setembro de 2007
A superfície gelada no mar do Árctico atingiu este mês um novo recorde mínimo, com apenas 4,42 milhões de quilómetros quadrados, revela o National Snow and Ice Data Center da Universidade do Colorado, em Denver. Até agora, o recorde ia para o ano de 2005, com 5,32 milhões de quilómetros quadrados.

Os cientistas dizem-se “espantados” com a perda de gelo. Só na semana passada desapareceu uma área quase duas vezes maior do que a Grã-Bretanha, noticia hoje o jornal britânico “The Guardian".
A passagem marítima Nordeste ao longo da costa russa do Árctico
poderá abrir no final deste mês. Se o degelo, que acelerou a
partir de 2002, continuar a este ritmo, o Árctico poderá ficar
sem gelo no Verão em 2030.
“Se me tivessem perguntado há uns anos quando iria o Árctico
perder todo o seu gelo, teria dito 2100 ou 2070. Mas agora penso
que 2030 é uma estimativa razoável. Parece que o Árctico vai ser
um espaço muito diferente ainda na nossa geração e certamente na
dos nossos filhos”, comentou Mark Serreze, do
National Snow and Ice Data Centre, citado pelo “The Guardian”.
O degelo no Árctico ocorre todos os meses de Setembro. No Inverno, a água do mar recomeça a congelar. Mas este ano, esse processo será mais difícil. “Este Verão temos toda esta água [sem gelo] que faz entrar calor no oceano. Isso vai dificultar o regresso do gelo. O que estamos a ver este ano permite mostrar-nos que o próximo será pior”, acrescentou.
Alterações nos ventos e circulação de correntes podem contribuir para o degelo. Mas Serreze acredita que o maior culpado é o sobre-aquecimento do planeta. “As regras começam a mudar e o que está a mudar as regras são as emissões de gases com efeito de estufa”.
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Reflorestação faz melhor ao clima do que os biocombustíveis
Jornal Público
17 de Agosto de 2007
A quantidade de dióxido de carbono sequestrado pela
reflorestação é maior do que as emissões evitadas pelo uso de
biocombustíveis, constata um estudo publicado hoje na revista “
Science”
sobre as estratégias de mitigação deste gás com efeito de estufa
e um dos causadores do sobre-aquecimento do planeta.
Num período de 30 anos, a reflorestação permite capturar entre duas e nove vezes mais dióxido de carbono do que as emissões deste gás que seriam economizadas pela utilização de biocombustíveis, concluíram Renton Righelato, do World Land Trust (organização de conservação dos ecossistemas) e Dominick Spracklen, da Universidade de Leeds, no Reino Unido.
Na luta contra o sobre-aquecimento do planeta, “os responsáveis políticos fariam melhor, a curto prazo (30 anos) em concentrar-se na melhoria da eficiência energética dos combustíveis fósseis, na conservação e na recuperação das florestas em terrenos que não são necessários à alimentação”, escrevem os autores deste estudo.
Ao absorver o dióxido de carbono necessário ao seu crescimento, a vegetação e as árvores actuam como “sumidouros de carbono” da atmosfera.
Os combustíveis “verdes” são defendidos para substituir as fontes fósseis (petróleo, carvão e gás natural) e assim reduzir as emissões de dióxido de carbono.
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Escola de Verão da Física 2007
23 de Julho de 2007
Os laboratórios e corredores da Escola de Verão da Física vão ser invadidos por uma centena de jovens que vai ter a oportunidade de entrar no universo da Física e da investigação científica, através de visitas, desenvolvimento de projectos e demonstrações conduzidas pelos professores e monitores científicos do DFUA.
Do programa de actividades, que visa atrair os mais jovens para a ciência, destaca-se o «Show de Física Recreativa», na Quarta-feira, 25 de Julho, entre as 14h30 e as 15h30, no Auditório da Reitoria. O espectáculo será conduzido pelo Prof. Miguel Cabrerizo, da Universidade de Granada, vencedor do Prémio Europeu de Física, pela excelência no ensino da disciplina, pelos métodos e materiais que desenvolveu e utiliza para estimular a aprendizagem da Física.
Na mesma tarde, e logo após o show de Física, vai decorrer às 15h45, na Alameda do Campus, o espectáculo «Os Hemisférios de Magdeburg», no qual o Prof. Cabrerizo fará a recriação histórica da experiência do físico alemão Otto von Guericke em 1650, sobre pressão atmosférica. Esta actividade irá reconstituir a experiência à escala e com os materiais da época. Para tentar vencer a pressão atmosférica não serão utilizados oito cavalos, como na altura, mas a colaboração dos cem jovens estudantes da Escola de Verão da Física.
À noite os espectáculos de física vão ao centro da cidade. «A noite do arco-íris» começa às 21h30, na rotunda das pontes, junto à Ria e convida os aveirenses a assistir a uma experiência de dispersão de luz – fenómeno demonstrado pela primeira vez, em 1672, por Isaac Newton – que irá projectar o arco-íris, utilizando uma fina parede de água. Trata-se de uma experiência divertida, onde o público poderá interagir e ficar a conhecer as condições necessárias ao aparecimento do espectro da luz. Todos os espectáculos são de acesso livre e estendem-se à comunidade.
Para além destas, os participantes têm ainda actividades em laboratório que lhes permitirão explorar conceitos e procurar a resolução de problemas. O resultado final será apresentado aos colegas, no último dia de «aulas».
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As viaturas "inteligentes" equipadas com sensores que informam os condutores do trânsito podem consumir tão pouco quanto as híbridas, segundo um estudo hoje publicado na revista «Transportation Research Part C: Emerging Technologies». Funcionam alternativamente com electricidade e carburante consoante as condições de circulação, o que permite um gasto de energia reduzido e uma poupança de energia.
Trata-se de veículos convencionais que utilizam sensores e receptores que fornecem informações sobre a circulação e o trânsito e permitem conduzir mais suavemente reduzindo a velocidade com antecedência, em vez de conduzir depressa e ser obrigado a parar de repente. Esta tecnologia existe já mas é ainda muito pouco utilizada.
Engenheiros da Universidade australiana de Melbourne realizaram um estudo comparativo mostrando que a versão híbrida de um dado modelo é 15 a 25 por cento mais económica do que a versão clássica, enquanto uma viatura equipada com sensores permite determinar o trânsito com sete segundos de antecedência em certas condições de circulação, ou com 60 segundos noutras circunstâncias. Caso a predição fosse de 180 segundos, podia atingir-se uma economia de 33 por cento.
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Combustíveis - Dinamarca
aposta no hidrogénio
www.energiasrenovaveis.com
José António Domingues/Arq.JN
-18 de Fevereiro de 2007
Os dinamarqueses querem que em 2025 o hidrogénio seja um peso
pesado na economia. Para isso, estão a apostar forte em planos
que envolvem 200 milhões de euros, incluindo isenções de
impostos nos carros movidos a hidrogénio.
Mas o esforço não será só governamental. Também a indústria pretende investir 160 milhões todos os anos, sob o tecto da National Hidrogen & Fuel Cell Strategic, para a produção de energias mais limpas. Um passo importante para a concretização deste objectivo já foi dado: os projectos-piloto de estações de abastecimento de hidrogénio já são comuns no país (exemplos da HydrogenLink, H2 Logic) e em 2012 já estarão disponíveis as infra-estruturas para hidrogénio.
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Alain Prost: em Portugal
para falar de bioetanol
Carla Amaro - JN -
18 de Fevereiro de 2007
Alain Prost esteve
há poucos dias em Portugal para falar do tema "Produção de
bioetanol numa estratégia europeia de abastecimento energético",
no V congresso Nacional do Milho. O ex-campeão mundial de
Fórmula I é actualmente presidente do Group Felx Fuel.
A produção de bioetanol a partir do milho, constitui uma realidade que ganha cada vez maior relevância e preponderância no mercado energético mundial, em especial nos EUA e no Brasil. Portugal tem um grande potencial para integrar a lista de produtores dada a sua capacidade de produzir a quantidade de milho necessária.
A ANPROMIS, associação representativa do sector, já há muitos anos que defende a produção de bioetanol no nosso país a partir de matéria prima nacional e a Agência Portuguesa de Investimento (API) classificou dois projectos relativos à produção de bioetanol em Portugal como projectos de interesse nacional (PIN).
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Temperatura - até 2100 vai
subir entre 1,8 e 4 graus
João Girão - Arq.JN
- 18 de Fevereiro de 2007
Se as previsões
dos especialistas estiverem certas em relação ao aquecimento do
planeta, até ao final do século assistiremos a fenómenos
extremos: subida do nível dos mares até 58 cm, precipitações
intensas alternadas com episódios de seca, multiplicação das
vagas de calor ...
Esta é uma das conclusões de um relatório apresentado recentemente em Paris pelo Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC), constituído por 500 delegados.
Do documento sobressai a "probabilidade muito alta" de que o aquecimento global nos últimos 50 anos se deva muito mais à intervenção humana do que à "variabilidade natural".
As concentrações de CO2 na atmosfera, sublinham os especialistas, nunca foi tão elevada desde há 650 mil anos.
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Satélite astronómico
francês Corot colocado em órbita com sucesso
Público - 27 de Dezembro
de 2006
O satélite francês Corot, destinado à detecção de
planetas exteriores ao sistema solar, foi hoje colocado em
órbita, menos de duas horas após o seu lançamento do cosmódromo
de Baikonur, no Cazaquistão.
O satélite astronómico francês Corot tinha sido lançado às 14h23
de Lisboa no foguetão russo Soiuz 2-1B, para procurar planetas
exteriores ao sistema solar e explorar o interior das estrelas,
indicou à agência AFP o porta-voz da Agência Espacial Russa,
Igor Panarine.
A missão do Corot — que conta com a participação de
investigadores portugueses — será a primeira tentativa de
detecção a partir do espaço de exoplanetas (planetas situados à
volta do sistema solar). Permitirá igualmente estudar a
estrutura interna das estrelas.
Inicialmente o lançamento estava programado para o passado dia
21, mas uma fuga detectada no depósito do Soiuz motivou o
adiamento do lançamento para hoje.
A participação portuguesa na missão, calculada para um prazo de
dois anos e meio, enquadra-se na contribuição da Agência
Espacial Europeia (ESA) para este projecto internacional,
liderado pelo Centro Nacional de Estudos Espaciais (CNES) de
França e ainda com a participação do Brasil, de Espanha, da
Alemanha, da Áustria e da Bélgica.
"Vamos aprofundar o estudo do interior e da evolução das
estrelas e, através dele, conhecer melhor o nosso Sol, sobre o
qual há ainda tanto para aprender", explicou na sexta-feira
passada Mário João Monteiro, nomeado pela ESA co-investigador da
missão, cujo nome é o acrónimo em inglês para Convecção, Rotação
e Trânsitos Planetários.
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26ª Assembleia Geral da União Internacional de Astronomia
Centro de apoio ao professor, Porto Editora - 23 de Outubro de 2006
A 26ª Assembleia
Geral da União Internacional de Astronomia (UIA), que reuniu em
24 de Agosto de 2006 em Praga, redefiniu o conceito de
"planeta". Foram assim criadas três categorias para classificar
planetas e outros corpos celestes:
- Planetas;
- Planetas Anões;
- Pequenos Corpos do Sistema Solar;
- Excluem-se desta classificação os satélites.
Um planeta é um corpo celeste que:
- está em órbita em torno do Sol;
- tem massa suficiente para que as forças de gravidade o levem a assumir uma forma aproximadamente esférica;
- descreve uma órbita com uma vizinhança livre de outros corpos celestes.
Um planeta anão é um corpo celeste que:
- está em órbita em torno do Sol;
- tem massa suficiente para que as forças da gravidade o levem a assumir uma forma aproximadamente esférica;
- descreve uma órbita com uma vizinhança que não está livre de outros corpos celestes;
- não é um satélite.
Todos os outros corpos celestes que orbitam o Sol, com excepção dos satélites, são genericamente classificados como pequenos corpos do Sistema Solar.
Como consequência desta nova classificação, Plutão passou a ser descrito como um planeta anão, tal como 2003UB313 (também conhecido por Xena ou Éris) e Ceres, e o Sistema Solar inclui agora 8 planetas - Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno.
Podem consultar mais informação em:
http://solarsystem.nasa.gov/planets
http://www.iau2006.org/mirror/www.iau.org/iau0603/iau0603a.html
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Nobel da Física vai para o primeiro retrato do Universo enquanto bebé
Teresa Firmino (Público) - 04 de Outubro de 2006
Observações do satélite Cobe permitiram medir a radiação fóssil
do Big Bang.
Em 1992, a divulgação
do primeiro retrato do Universo bebé, quando tinha só 380.000
anos, fez furor mundial. Era um mapa oval, uma espécie de ovo
cósmico em tons azuis e rosa.Para lá da sua beleza, provava a
teoria do Big Bang e explicava por que o Universo é como o
conhecemos: com galáxias espalhadas por todo o lado. Foi esse
trabalho que valeu o Prémio Nobel da Física de 2006 aos
norte-americanos John Mather e George Smoot. Com menos de
380.000 anos, o Universo era muito quente e denso. Havia tantos
electrões à solta que os fotões não conseguiam viajar, por isso
não chegam até nós. Só quando os electrões se agarraram aos
núcleos para formar átomos a luz pôde viajar. Então o Universo
deixou de ser opaco, para ficar transparente.
Se o modelo do Big Bang estivesse correcto, ainda hoje deveriam
encontrar-se os vestígios da radiação que banhou o Universo nos
tempos em que ficou transparente, diz um comunicado da Real
Academia Sueca das Ciências, que atribui o Nobel da Física.
Vários cientistas procuravam a relíquia do Big Bang.
A sorte bateu à porta de quem não a procurava. Nas experiências
que Arno Penzias e Robert Wilson faziam para os Laboratórios
Bell, nos EUA, aparecia sempre uma interferência estranha.
Chegaram ao ponto de pensar que a fonte eram pombos em cima da
antena. Mas não. Tinham descoberto, em 1964, a radiação cósmica
de fundo, o que lhes valeu em 1978 o Nobel da Física.
Parecia uniforme para onde quer que se olhasse no céu, o que
evidenciaria uma distribuição homogénea da matéria (energia e
matéria equivalem-se, como disse Einstein) nos primeiros
momentos do Universo. Mas isso era outro problema. Se não se
conseguiam detectar flutuações na radiação (na época, não havia
tecnologias), então como teriam surgido as galáxias e tudo o que
têm?
As observações de um satélite que a agência espacial NASA lançou
a 18 de Novembro de 1989, o Cobe, puseram fim à incógnita. Pela
primeira vez, detectaram-se flutuações pequenas na temperatura
da radiação, que correspondem a diferenças na distribuição da
matéria.
Nos pontos onde o Universo tinha mais matéria nasceriam as
galáxias. Porque a matéria atrai a matéria. Por isso, quando se
olha para os sítios de maior densidade, está a ver-se as
sementes das galáxias. "As variações na temperatura mostram-nos
como a matéria no Universo começou a "agregar-se". Tal era
necessário, para que galáxias, estrelas e a vida pudessem
desenvolver-se. Sem esse mecanismo, a matéria teria tomado uma
forma diferente, espalhando-se de forma uniforme pelo Universo",
refere o comunicado.
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Sistema solar «conquista» mais três planetas
www.cienciahoje.pt - 17 de Agosto de 2006
O número oficial de planetas do sistema solar poderá passar em breve de nove para 12 se a União Astronómica Internacional assim o decidir na próxima semana, obrigando a alterar desde brinquedos a livros escolares. Um projecto de resolução apresentado ontem à assembleia geral da UAI, reunida em Praga até 25 de Agosto, prevê que o sistema solar passe a incluir um asteróide, Ceres, e dois outros planetas inscritos numa nova categoria, a dos "plutões".
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Finalmente...
15 de Agosto de 2006
Finalmente o meu website está pronto.
Aqui podem consultar material de apoio à disciplina de Ciências Físico-Químicas, dos diferentes níveis de escolaridade.
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